Quando uma perda muda mais do que você consegue explicar.
Talvez tenha sido uma morte. Um término. Um afastamento. Um plano que não aconteceu. Ou uma mudança que fez você deixar de reconhecer a própria rotina.
A psicoterapia pode ser um lugar para falar sobre o que ficou depois disso.

Nem toda perda é
percebida pelos outros.
Às vezes, o luto aparece
onde ninguém está olhando.
Nas pequenas coisas,
também.

Uma notícia. Um café.
Uma ausência.
Quando você pega o celular para contar uma notícia e lembra que aquela pessoa não está mais ali.
Quando ir ao mercado faz você encontrar hábitos que pertenciam a uma vida compartilhada.
Quando todo mundo pensa que o término já passou, mas a sua rotina ainda parece ter espaços vazios.
Quando você sente falta não apenas de alguém, mas de um futuro que já começava a imaginar.
Quando uma mudança importante faz você se perguntar quem é agora.
O luto também pode existir por aquilo que deixou de acontecer, por quem se afastou e por versões da vida que já não podem continuar da mesma forma.


É desse lugar que nasce
o meu olhar para o luto.
Eu sou Isabella Luísa, psicóloga especialista em lutos e perdas.
Durante anos, estudei as experiências de perda a partir da psicologia. Em determinado momento, o luto também bateu à minha porta e deixou de ser apenas algo que eu conhecia pelos livros ou pelas histórias de outras pessoas.
Essa experiência não faz com que eu saiba exatamente o que cada pessoa sente. Mas atravessa a forma como escuto aquilo que nem sempre encontra espaço para ser dito.
Este trabalho começa nas minhas histórias e encontra as histórias de quem também está aprendendo a viver depois de uma perda.
Psicóloga · CRP 03/32652
Especialista em lutos e perdas
[INSERIR FORMAÇÃO CONFIRMADA]
Há perdas que não
recebem despedida.
Algumas são reconhecidas por todos. Outras acontecem sem ritual, sem nome e, às vezes, sem que as pessoas ao redor compreendam por que aquilo ainda afeta você.

Nem sempre
há um nome
para o que falta.
O tamanho de uma perda não é definido
pelo quanto os outros conseguem enxergá-la.
Um espaço para falar
sobre o que mudou.
No acompanhamento psicológico, não existe uma maneira correta de contar a sua história. Talvez você consiga falar com clareza. Talvez comece por uma situação aparentemente pequena. Uma música, uma data, uma roupa que ainda está guardada ou uma conversa que não aconteceu.
A escuta parte da sua experiência e do modo como essa perda aparece hoje na sua vida.
Você não precisa saber por onde começar.

Como podemos nos encontrar
- Modalidade
- Online
- Duração
- 50 minutos
- Frequência
- Combinada de acordo com o acompanhamento
Sem respostas prontas
para uma experiência
que é sua.
A terapia não apaga o que aconteceu. Ela pode oferecer companhia profissional para olhar para o que essa experiência passou a significar na sua vida.
Talvez você esteja
se perguntando.
Algumas respostas para ajudar a entender o acompanhamento.
E se a sua pergunta
não estiver aqui?
01Preciso estar vivendo uma morte para procurar atendimento?
Não. Um término, um afastamento, o adoecimento de alguém ou a perda de um plano também podem mudar a sua vida. Pode ser que você queira conversar sobre uma perda que as pessoas ao redor nem perceberam.
02Quanto tempo depois de uma perda posso buscar terapia?
Não há um prazo que você precise esperar. Para algumas pessoas, a necessidade de conversar aparece logo; para outras, surge mais adiante, quando uma situação traz a perda de volta para o cotidiano. Você pode procurar acompanhamento quando sentir que precisa de ajuda.
03E se eu não souber explicar o que estou sentindo?
Você não precisa chegar com uma explicação organizada. Pode ser que a conversa comece por uma lembrança, uma dificuldade na rotina ou algo que ainda não tem nome. Cada experiência pode aparecer de um jeito, e isso também pode encontrar espaço na terapia.
04O atendimento é online ou presencial?
O atendimento é online. Você pode conversar com Isabella para saber mais sobre como os encontros acontecem e quais horários estão disponíveis.
05Como funciona a primeira conversa?
Na primeira conversa, é feita uma anamnese inicial. Isabella busca conhecer um pouco da sua história, o que levou você a procurar acompanhamento e como essa experiência tem aparecido na sua vida. Você também pode tirar dúvidas sobre a psicoterapia e combinar como os próximos encontros vão acontecer.